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Paula Pequeno vence medo para defender 'dois títulos' em Londres

Melhor jogadora em Pequim, ponteira diz que hoje a sua fé fala mais alto que o medo e aposta na maturidade para brilhar em Londres

Antonio Kurazumi - especial para o iG, em São Bernardo |

São 10 títulos pela seleção brasileira no currículo de Paula Pequeno, mas poderia ser bem mais se não fossem as lesões. Aos 30 anos, a ponteira garante que o medo de um novo problema físico foi superado pela fé neste ciclo olímpico e, com tranquilidade, afirma que está se preparando para repetir em Londres os 'dois títulos' conquistados em Pequim: o de melhor jogadora da competição e, o mais importante para ela, a medalha de ouro.

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Paula Pequeno confia nos céus para não sofrer nova lesão

“Passei por um turbilhão de sentimentos em Pequim. Foi um momento de alegria por participar das Olimpíadas, mas também teve o medo de que coisas ruins acontecessem. Agora é um outro sentimento”, compara a atleta, que explica o motivo para a mudança. “A minha fé está mais forte do que o medo agora. Durmo e acordo pedindo proteção ao senhor e agradecendo por estar bem fisicamente”, acrescentou.

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Ela confessa que o medo ainda está presente, ainda que em menor grau, mas ela tem outras armas para não se deixar abater e perder a concentração no trabalho. “A experiência também ajuda bastante, principalmente para conter a ansiedade e essa preocupação”, conta.

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Viajar com a seleção para a China, à época, representou o fim do trauma de não poder ir a Atenas (2004). O técnico Zé Roberto, inclusive, disse que um dos motivos para o ouro virar realidade foi não ter nenhuma pupila machucada. No entanto, a jogadora foi cortada mais recente do Campeonato Mundial de 2010, no Japão, onde o Brasil perdeu a final para a Rússia. Até por isso ela é cautelosa para responder se está pronta para repetir uma grande atuação na Inglaterra. “Estou me preparando”, foi o que repetiu durante a entrevista para o IG, sem se alongar muito.

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Hoje, Paula Pequeno se avalia como uma atleta mais completa e calejada para enfrentar as gigantes estrangeiras, cada vez mais altas. “Já esperava que a média de estatura das rivais crescesse nesses últimos anos, mas aprendi a sair do bloqueio com habilidade”, comenta a ponteira, que é uma das líderes assumidas do elenco brasileiro.

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“Quando é preciso, dou minha cara para bater. Eu, a Fabiana e a Fabi são as que mais falam durante as partidas”, revela Paula Pequeno, que é nome quase certo para os Jogos Olímpicos.

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