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Mari reclama de corte olímpico e nega atritos na seleção feminina de vôlei

"Ainda tinha lenha para queimar", disse a jogadora, que esteve nas duas últimas edições dos Jogos

iG São Paulo | - Atualizada às

Agência O Globo
Mari concede entrevista no Rio de Janeiro

A ponteira Mari não aceitou passivamente o corte da seleção brasileira feminina de vôlei que vai aos Jogos Olímpicos de Londres 2012. Titular nas duas últimas Olimpíadas, a jogadora do Fenerbahçe foi dispensada pelo técnico José Roberto Guimarães do grupo que treina para a competição britânica. No Grand Prix, última competição antes das Olimpíadas, Zé Roberto passou a utilizar Mari como oposto, posição em que atuava no início da carreira. Ela jogou os últimos anos como ponteira passadora, tanto na seleção quanto nos clubes que defendeu.

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"Respeito a decisão dele, mas acho que ainda poderia ajudar, na ponta ou na saída. Ainda tinha lenha para queimar e não posso concordar com esse corte. Seria loucura", disse a jogadora, que recebeu a imprensa no prédio em que mora no Rio de Janeiro, nesta quinta-feira. "Ele antecipou a minha dispensa porque sabia que ia ser polêmica. Depois do corte da Fabíola, esperava qualquer coisa", completou a atleta, referindo-se à dispensa da levantadora do Sollys/Osasco, titular da seleção nos últimos anos e cortada do grupo logo após o Grand Prix, na China.

VEJA: Mari é cortada da seleção brasileira feminina de vôlei

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Mari não engoliu as explicações de Zé Roberto

Apesar de ter atuado com regularidade na competição chinesa, Mari ainda se recupera de uma tendinite no ombro direito, que a impediu de disputar o Sul-Americano da modalidade, competição que garantiu ao Brasil vaga nos Jogos. O grupo de 14 atletas que Zé Roberto trabalha a partir do corte de Mari, no entanto, também tem atletas que vivem fase de recuperação após lesão. A veterana Sassá é uma delas. Já Natália, que não atua desde dezembro, segue com o grupo e será convocada para as Olimpíadas se tiver condições de jogar em algumas ocasiões.

LEIA: Dores dão 'um tempo', e Fernandinha sonha com vaga em Londres

Mari rebateu ainda as insinuações que os problemas de relacionamento com outras jogadoras também contassem na decisão do treinador brasileiro. Segundo ela, o resto do grupo demonstrou tristeza por seu corte e até Natália telefonou para lhe dar apoio.

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"Conflitos sempre vão existir, seria hipocrisia dizer o contrário, até porque é um grupo de mulheres. Mas esse ano não tivemos nenhum problema e o clima era muito bom", disse a atleta, que recentemente acertou sua transferência para o vôlei turco. Com 14 atletas no grupo, Zé Roberto definirá mais dois cortes para definir o grupo de 12 jogadoras que representarão o Brasil nos Jogos Olímpicos de Londres 2012. O anúncio da equipe nacional deve ser realizado até a próxima semana.

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